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	<title>Comentários sobre: Filosofia: evasão?</title>
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	<description>omnia mutantur, nihil interit [tudo muda, nada inteiramente]</description>
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		<title>Por: Shaun Bass</title>
		<link>http://devir.wordpress.com/2006/11/17/filosofia-evasao/#comment-421</link>
		<dc:creator><![CDATA[Shaun Bass]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 18:08:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Haha am I honestly the first comment to this incredible read!?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Haha am I honestly the first comment to this incredible read!?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Sara Presley</title>
		<link>http://devir.wordpress.com/2006/11/17/filosofia-evasao/#comment-419</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sara Presley]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2010 06:13:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Haha I am really the only reply to this amazing post?!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Haha I am really the only reply to this amazing post?!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: André</title>
		<link>http://devir.wordpress.com/2006/11/17/filosofia-evasao/#comment-61</link>
		<dc:creator><![CDATA[André]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2006 17:56:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bom, so pra dar uma pequena desenvolvida nos autores citados; Comte entre outras, pela sua posiçao anti-estatisticas sociais para achar a média humana, indo na contra-mao do que a sociologia queria impor no sec. 19 (e ainda quer impor). Ou seja, nao vamos so aos fatos, mas obervemos os valores que encontramos no meio objeto de estudo e vivencia.
E Nietzsche, seu conceito de potencia humana e seu inconforto intelectual.

Resumindo um pouco esta &quot;démarche&quot;, é preciso sempre ir ao real onde , junto aos fatos pré-concebidos existem valores humanos, o que da movimento aos fatos, transformando-os sempre. A constante renormalizaçao dos fatos (fatos= normas), pois o ser humano saudavel nunca é passivo diante os tais fatos.  Evitar que a filosofia e a ciencia morram, com o passar do tempo, em seus paraisos abstratos.

PS.: As vezes nao sou muito claro, faltanto argumentos para melhor evitar cair no conto da falacia.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, so pra dar uma pequena desenvolvida nos autores citados; Comte entre outras, pela sua posiçao anti-estatisticas sociais para achar a média humana, indo na contra-mao do que a sociologia queria impor no sec. 19 (e ainda quer impor). Ou seja, nao vamos so aos fatos, mas obervemos os valores que encontramos no meio objeto de estudo e vivencia.<br />
E Nietzsche, seu conceito de potencia humana e seu inconforto intelectual.</p>
<p>Resumindo um pouco esta &#8220;démarche&#8221;, é preciso sempre ir ao real onde , junto aos fatos pré-concebidos existem valores humanos, o que da movimento aos fatos, transformando-os sempre. A constante renormalizaçao dos fatos (fatos= normas), pois o ser humano saudavel nunca é passivo diante os tais fatos.  Evitar que a filosofia e a ciencia morram, com o passar do tempo, em seus paraisos abstratos.</p>
<p>PS.: As vezes nao sou muito claro, faltanto argumentos para melhor evitar cair no conto da falacia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André</title>
		<link>http://devir.wordpress.com/2006/11/17/filosofia-evasao/#comment-60</link>
		<dc:creator><![CDATA[André]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 18:16:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Alexey, é o André que acabou de te responder no orkut os votos de aniversario.

Respondo a este texto pois é exatamente isto que foi o tal intenso que disse. To num curso na França que busca exatamente isto, eles colocam como uma démarche ergologique, inconforto intelectual diante dos fatos,  diante do que seria a atividade humana. Determinismo como o grande inimigo, unica fonte de medo para o ser humano sadio, em evoluçao. 

Um dos grandes influenciadores desta &quot;nova disciplina&quot; (Ergologia) chama-se Canguilhem, influenciado por sua vez por Nietzsche e Comte. 

Poderia escrever mais, mas agora estou sem tempo.

Até...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alexey, é o André que acabou de te responder no orkut os votos de aniversario.</p>
<p>Respondo a este texto pois é exatamente isto que foi o tal intenso que disse. To num curso na França que busca exatamente isto, eles colocam como uma démarche ergologique, inconforto intelectual diante dos fatos,  diante do que seria a atividade humana. Determinismo como o grande inimigo, unica fonte de medo para o ser humano sadio, em evoluçao. </p>
<p>Um dos grandes influenciadores desta &#8220;nova disciplina&#8221; (Ergologia) chama-se Canguilhem, influenciado por sua vez por Nietzsche e Comte. </p>
<p>Poderia escrever mais, mas agora estou sem tempo.</p>
<p>Até&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís César Ebraico</title>
		<link>http://devir.wordpress.com/2006/11/17/filosofia-evasao/#comment-55</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luís César Ebraico]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Nov 2006 10:08:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Imagino que vale transcrever aqui o texto de um blogue - intitulado &quot;O QUE É FILOSOSFIA?&quot; - postado em meu saite, o www.loganalise.com:  

         &quot;Desde início da História, podemos recolher vestígios dos anseios humanos pelo verdadeiro, pelo bom e pelo belo.   Em um determinado momento histórico – ponto que, na cultura ocidental, pode ser situado por volta do fim do século VII a.C – essa busca apresenta uma derivação fundamental.  Insurgindo-se contra a determinação do verdadeiro, do bom e do belo determinados por uma tradição – essencialmente mítica e religiosa – nascem os fiéis de uma nova crença:  a de que todo o indivíduo humano é capaz de, mediante reflexão crítica, decidir por si e para si o que é verdadeiro, o que é belo e o que é bom, submetendo a esse juízo crítico inclusive – talvez principalmente – o que lhe oferece a tradição.  Como postura, a filosofia se identifica com a disposição de questionar.  

Até o século XVII, todas as produções intelectuais derivadas dessa postura – fossem elas conclusões sobre o movimento dos astros ou sobre a conduta humana ideal – eram incluídas sob o rótulo de filosofia.  Nesse especial sentido, Galileu, ao rejeitar, pela força de seu raciocínio, o geocentrismo bíblico estava sendo tão filósofo quanto Sócrates, fundado em idênticos meios, rejeitou a oferta de seus amigos para que fugisse da cicuta. 

A partir de Galileu, entretanto, os resultados da aplicação da postura filosófica aos vários setores de investigação humana passaram lentamente a serem arrolados como pertencentes aos diversos ramos do que hoje chamamos de ciência:  a matemática, a física, a química, a biologia etc., de forma que, conforme o uso atual, a Filosofia recobre essencialmente os resultados da “postura crítica” às investigações voltadas:

(a)  Sobre as condições de validade do conhecimento;  e
(b)  Sobre a utilização do conhecimento assim validado na orientação ética e estética da vida humana.

       Sem (a), a ciência ficaria sem os fundamentos de sua própria validação;  sem (b) o homem não seria o dono de seus próprios atos, mas simples marionete do acaso ou mero escravo da tradição.&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Imagino que vale transcrever aqui o texto de um blogue &#8211; intitulado &#8220;O QUE É FILOSOSFIA?&#8221; &#8211; postado em meu saite, o <a href="http://www.loganalise.com" rel="nofollow">http://www.loganalise.com</a>:  </p>
<p>         &#8220;Desde início da História, podemos recolher vestígios dos anseios humanos pelo verdadeiro, pelo bom e pelo belo.   Em um determinado momento histórico – ponto que, na cultura ocidental, pode ser situado por volta do fim do século VII a.C – essa busca apresenta uma derivação fundamental.  Insurgindo-se contra a determinação do verdadeiro, do bom e do belo determinados por uma tradição – essencialmente mítica e religiosa – nascem os fiéis de uma nova crença:  a de que todo o indivíduo humano é capaz de, mediante reflexão crítica, decidir por si e para si o que é verdadeiro, o que é belo e o que é bom, submetendo a esse juízo crítico inclusive – talvez principalmente – o que lhe oferece a tradição.  Como postura, a filosofia se identifica com a disposição de questionar.  </p>
<p>Até o século XVII, todas as produções intelectuais derivadas dessa postura – fossem elas conclusões sobre o movimento dos astros ou sobre a conduta humana ideal – eram incluídas sob o rótulo de filosofia.  Nesse especial sentido, Galileu, ao rejeitar, pela força de seu raciocínio, o geocentrismo bíblico estava sendo tão filósofo quanto Sócrates, fundado em idênticos meios, rejeitou a oferta de seus amigos para que fugisse da cicuta. </p>
<p>A partir de Galileu, entretanto, os resultados da aplicação da postura filosófica aos vários setores de investigação humana passaram lentamente a serem arrolados como pertencentes aos diversos ramos do que hoje chamamos de ciência:  a matemática, a física, a química, a biologia etc., de forma que, conforme o uso atual, a Filosofia recobre essencialmente os resultados da “postura crítica” às investigações voltadas:</p>
<p>(a)  Sobre as condições de validade do conhecimento;  e<br />
(b)  Sobre a utilização do conhecimento assim validado na orientação ética e estética da vida humana.</p>
<p>       Sem (a), a ciência ficaria sem os fundamentos de sua própria validação;  sem (b) o homem não seria o dono de seus próprios atos, mas simples marionete do acaso ou mero escravo da tradição.&#8221;</p>
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